Categoria: Saúde

Vitamina A: Como Usar Do Jeito Certo

Vitamina A: Como Usar Do Jeito Certo

Você já deve ter ouvido falar da importância da vitamina A para a saúde. Mas você sabia que as quantidades necessárias variam conforme a idade e o sexo de cada um? Saiba como utilizar esta vitamina como uma aliada da sua saúde e de sua família.

A vitamina A é uma das essenciais para uma boa saúde, mas não se pode exagerar: o seu excesso, assim como sua deficiência podem levar a problemas de saúde que podem ser graves.

Seu sistema imunológico, a saúde dos seus olhos e da pele, a forma como o seu corpo cura a si mesmo e luta contra infecções, entre muitos outros processos fisiológicos importantes dependem desta vitamina.

Também é importante combinar as proporções de vitaminas A e D na alimentação. Os dois nutrientes trabalham em conjunto e conduzem a forma como o corpo utiliza o cálcio para a construção de ossos fortes e saudáveis.

Como usar a vitamina A

Mulheres grávidas e em período de amamentação precisam de doses maiores da vitamina. Ela é essencial na criação e manutenção de bilhões de células do corpo, e afeta diretamente um grande número de processos celulares importantes. A vitamina também é especialmente necessárias para as crianças em fase de crescimento, onde sua deficiência pode ser particularmente prejudicial ao desenvolvimento.

Entenda um pouco melhor sobre esta vitamina, saiba quais são seus benefícios e os alimentos ricos neste importante nutriente, assim como quais são as doses diárias recomendadas para cada fase da vida.

Mas calma, tudo isso está muito bem explicado a seguir, e você vai entender tudo…

Veja também: Como Emagrecer Com Vitaminas.

O que é vitamina A?

O termo vitamina A abrange, na realidade, uma série de nutrientes solúveis em gordura que os cientistas se referem como retinóides. O retinol converte em ácido retinal e retinóico, e são estas as formas que os nossos corpos usam para manutenção celular e outras funções vitais.

A verdadeira vitamina A, sob a forma de retinol, só pode ser encontrada em alimentos de origem animal. No entanto, seu corpo também pode converter certos compostos encontrados em plantas, conhecidos como carotenóides ou pro-vitamina A, em retinol e em seguida, em retina e ácido retinóico.

Você já pode ter se deparado com frascos de suplementos de beta-caroteno ou mesmo alfa-caroteno referindo-se como vitamina A, mas este é um erro. A conversão de beta-caroteno em vitamina A retinol é estimada para ser bastante ineficaz, em apenas cerca de 12 para 1. Para alfa caroteno esta conversão é ainda menos eficiente, sendo cerca de 24 para 1.

Você iria precisar de uma grande quantidade de beta-caroteno se essa fosse sua principal fonte da vitamina. Vegetarianos e veganos particularmente, exigiriam uma grande quantidade de alimentos ricos em carotenóides, como abóboras, cenouras, batata doce e vegetais de folhas verdes em suas dietas, caso quisessem aumentar significativamente os seus níveis de vitamina A.

Alpha caroteno, beta-caroteno e outros carotenóides são realmente antioxidantes muito benéficos.

Vamos mostrar opções muito melhores a frente, mas primeiro fique informado de alguns benefícios que a vitamina A garante à saúde, e qual seu consumo ideal.

Benefícios da Vitamina A para a Saúde

1. Crescimento Celular, manutenção e reparação

A vitamina A em forma de ácido retinóico é uma das substâncias essenciais utilizadas para criar e manter os bilhões de células no seu corpo. Na verdade, afeta diretamente um grande número de processos celulares importantes.

Isso faz com que a vitamina A seja especialmente importante para as mulheres grávidas, bebês e crianças em fase de crescimento, e qualquer deficiência desta vitamina poderia ser particularmente prejudicial.

Por outro lado, níveis excessivos de suplementos sintéticos da vitamina devem ser evitados. No caso de mulheres grávidas, tanto a deficiência de vitamina A quanto a overdose estão ligadas a um aumento do risco de malformações congênitas.

2. Resistência a doenças e infecções

A vitamina A ajuda a manter as células epiteliais, tanto interna (em seus pulmões, trato gastrointestinal e sistema urinário) quanto externamente (na sua pele, mucosas e olhos) a protegerem seu corpo contra infecções e doenças. Sem esta importante primeira linha de defesa celulares, seu corpo teria pouca proteção contra vírus, bactérias e outros patógenos.

A vitamina A também ajuda a proteger o organismo de doenças e infecções, aumentando a produção de glóbulos brancos, e a criação de anticorpos para lidar com quaisquer microorganismos nocivos, e assim fortalecendo o sistema imunológico. Os riscos de infecções virais tais como a pneumonia, gripe e até mesmo um resfriado comum aumentam quando há uma deficiência desta vitamina no organismo.

3. Olhos saudáveis e melhora da visão

Você já deve ter ouvido falar que a vitamina A é essencial para uma boa visão e saúde ocular em geral. A forma retinal de vitamina A está concentrada na retina. Ela é necessária para converter a luz que entra nos olhos em impulsos nervosos que seu cérebro traduz em palavras que você está lendo na tela no momento. Literalmente, você não poderia estar lendo sobre a vitamina A, se não fosse o trabalho que ela exerce dentro de seus olhos!

A vitamina também é necessária para a criação do composto rodopsina, também chamado de púrpura visual, que ajuda seus olhos a criarem as formas dos objetos observados, no escuro. A cegueira noturna é um sintoma comum de deficiência de vitamina A, e aumentar a ingestão de alimentos ricos em vitamina A pode fazer uma grande diferença na forma como você vê quando está escuro.

Ingestão Recomendada de Vitamina A

A IDR, dose diária recomendada de Vitamina A é definida (em mcg):

  • Bebês de 0 a 6 meses: 400 mcg/dia
  • Bebês de 6 a 12 meses: 500 mcg/dia
  • Crianças de 1 a 3 anos: 300 mcg/dia
  • Crianças de 4 a 8 anos: 400 mcg/dia
  • Meninos de 9 a 13 anos: 600 mcg/dia
  • Meninas de 9 a 13 anos: 600 mcg/dia
  • Homens a partir de 14 anos: 900 mcg/dia
  • Mulher a partir de 14 anos: 700 mcg/dia
  • Gestantes: 750 a 770 mcg/dia
  • Lactentes: 1200 a 1300 mcg/dia

Estas são as doses recomendadas para evitar a deficiência da vitamina.

Excesso de Vitamina A pode ser tóxico

Pessoas com problemas de saúde, ou recomendação médica, podem consumir doses maiores do que estas, o que deve ser monitorado por um profissional da saúde, em particular quando são utilizadas formas sintéticas da vitamina A.

A vitamina A é solúvel em gordura, e pode se acumular em seu fígado. Doses muito grandes durante longos períodos podem ser tóxicas.

Os sintomas de uma overdose de vitamina A incluem:

  • Dores de cabeça
  • Tonturas
  • Perda de apetite
  • Coceira na pele
  • Perda de cabelo
  • Visão turva.

No entanto, esse excesso muito provavelmente não seria possível sem o uso de suplementos sintéticos de vitamina A.

A maioria dos suplementos vitamínicos atualmente utilizam pró-vitamina A beta-caroteno, ao invés de retinol. O beta-caroteno não é armazenado em níveis excessivos no fígado, o que evita uma overdose de suplementos.

Alimentos Ricos em Vitamina A

Algumas fontes elevadas de vitamina A são bovinos, suínos e fígado de frango, mas que por outro lado não têm os correspondentes altos níveis de vitamina D (saiba mais no tópico abaixo).

Ovos, leite, queijo e manteiga são também fontes de pré vitamina A, enquanto a batata doce, cenoura, abóbora e folhas verdes são todos boas fontes de carotenóides pró-vitamina A. Tendo algumas gorduras saudáveis como o azeite em uma refeição contendo estes alimentos pró-vitamina A, é algo que pode ajudar muito bem a absorção da vitamina.

Na tabela abaixo, é possível obter fontes e quantidades de vitamina de forma mais precisa:

Alimentos ricos em vitamina A de origem animal Vitamina A (mcg) Energia
Bife de fígado de vaca grelhado 14574 225 kcal
Leite de vaca pasteurizado 39 61 kcal
Óleo de peixe 300 900 kcal
Manteiga sem sal 672 754 kcal
Queijo Minas fresco 270 243 kcal
Ovo cozido 500 146 kcal
Alimentos ricos em vitamina A de origem vegetal Vitamina A (mcg)
Cenoura crua 1326 34 kcal
Cenoura cozida fatiada 900 30 kcal
Batata-doce assada 298 77 kcal
Manga 118 51 kcal
Espinafre cozido 621 67 kcal
Couve manteiga refogada 384 90 kcal
Mamão formosa 148 45 kcal
Tomate 60 15 kcal

A importância da vitamina D

As proporções de vitaminas A e D na dieta de uma pessoa são muito importantes. Esses dois nutrientes trabalham em conjunto e conduzem a forma como o corpo usa o cálcio para a construção de ossos fortes e saudáveis.

Uma boa proporção de vitamina D para a vitamina A é frequentemente citada como 1 a 5 de preferência.

A deficiência de vitamina D abrange uma grande quantidade de pessoas. Como consequência, a proporção de vitamina D para vitamina A é desequilibrada, o pode levar a alguns problemas de saúde, como osteoporose e artrite, em particular, que são frequentemente associados com uma baixa ingestão de vitamina D.

Por isso, qualquer aumento de vitamina A na sua dieta deve ser compensada com um aumento em vitamina D, de preferência a uma razão de cerca de 5 para 1 ou superior.

Veja também: Vitamina D3 Para Emagrecer

Alimentos Ricos em Vitamina D

Um ovo cozido pode fornecer cerca de 0,65 mcg da vitamina, enquanto 13 gramas de óleo de fígado de bacalhau fornece cerca de 33 mcg do nutriente.

Ostras cruas e salmão também são ricos em vitamina D, apesar de menos populares do que o ovo ou a sardinha, que também fornecem o nutriente, mas em menores quantidades em comparação com os frutos do mar citados.

Outro alimento bastante popular e que fornece a vitamina D é o leite ninho fortificado [1,8mcg a cada 26 gramas (duas colheres rasas em média)].

Referências: Tua Saúde, Health Ambition.

Evite Estas Toxinas Perigosas Na Sua Cozinha

Evite Estas Toxinas Perigosas Na Sua Cozinha

Você certamente já ouviu falar que algumas panelas podem soltar partículas de metal na comida, que os alimentos enlatados podem trazer malefícios à saúde caso a lata não esteja em perfeito estado, e que alguns outros elementos comumente tão utilizados em nosso dia a dia na cozinha podem possuir elementos tóxicos que fariam mal à saúde.

A verdade é que à medida que mais estudos vão sendo realizados, quanto mais testes são executados, e quanto mais informações descobertas, cientistas e autoridades da saúde descobrem perigos até então desconhecidos.

É natural o medo que você pode sentir sempre que ouve falar sobre algo do tipo, porque é realmente preocupante descobrir que itens considerados tão banais e inofensivos, realmente possam colocar você e sua família em risco.

Toxinas nas panelas

Você pode sentir-se paralisado com o pensamento de mudar seus hábitos de compras ou de cozinha; há tantos perigos que não podemos nos dar ao luxo de ficarmos desatualizados. Felizmente, livrar sua casa desses perigos e certas toxinas ​​é realmente mais fácil do que se pode imaginar.

Se você quiser embarcar em um estilo de vida mais saudável e mais seguro, comece por cortar os 5 produtos químicos a seguir, e confira dicas bem práticas para isso.

1. Alumínio

Este item pode ser mais perigoso quando em formato de panelas.

Um metal macio, o alumínio torna-se altamente reativo quando aquecido, colocando imperceptivelmente quantidades significativas de elementos tóxicos no alimento que você está cozinhando.

Os fatores que influenciam a transferência da substância para os alimentos são:

  • Quanto mais líquido o alimento, mais alumínio recebe da panela.
  • Quanto mais ácido o alimento, mais alumínio da panela recebe, por isso não é recomendado cozinhar molho de tomate nesse tipo de panela.
  • Quanto mais demorado o cozimento, mais o alimento adquire alumínio.

Não se deixe enganar por produtos de alumínio anodizado ou itens que são quimicamente tratados para evitar a propagação do produto químico.

O revestimento químico pode facilmente arranhar. De qualquer maneira, as toxinas do alumínio têm sido associadas a distúrbios cerebrais.

As alternativas não são surpreendentes. Vidro, ferro fundido, aço inoxidável e panelas de cerâmica são as suas melhores opções quando se trata de aquecimento com segurança para a sua comida. Apenas certifique-se de que as panelas de cerâmica não sejam vitrificadas com metais pesados ​​ou outros revestimentos tóxicos.

Procure também conservar a panela e prefera cozinhar alimentos sólidos, pouco ácidos e de cozimento rápido.

Dicas de Panelas

Ainda falando sobre panelas, veja abaixo algumas opções que não liberam substâncias tóxicas, mas que, por outro lado, são muito menos comuns e mais difíceis de encontrar. Mas vale a pena considerar:

  • As panelas de barro são boas para a saúde, mas são muito delicadas e por isso é preciso um cuidado especial na hora de lavá-las. Devem ser armazenadas secas e sem a tampa.
  • Panelas de titânio são super resistentes e não liberam toxinas, além de dispensar o uso de gordura por serem antiaderentes.
  • Já as formas de silicone próprias para cozimento não derretem, assim como também não liberam substâncias tóxicas e evitam o uso de gordura no preparo dos alimentos.
  • As de vidro não liberam substâncias químicas e ainda conservam melhor os nutrientes dos alimentos.
  • Panelas de pedra sabão têm longa durabilidade, além de não alterarem o sabor dos alimentos.

2. PFOA Ácido perfluoro-octanóico

O ácido perfluoro-octanóico é encontrado em revestimentos de produtos resistentes, como as panelas antiaderentes.

Trata-se de um produto químico com o qual se deve preocupar, devido a resultados que apontam para problemas de desenvolvimento, bem como o câncer.

Panelas antiaderentes tornam-se especialmente inseguras quando superaquecidas, pois liberam um gás tóxico, e o problema é mais comum em panelas já velhas, estragadas e arranhadas.

Segundo a Environmental Working Group (Organização de pesquisas sobre o meio ambiente, localizada em Washington, EUA), a degradação térmica de PTFE leva à dissolução de substâncias tóxicas, incluindo-se gases corrosivos e letais, além do PFIB, que trata-se de um agente químico altamente tóxico, capaz de permanecer por longo tempo no ambiente.

Ainda de acordo com a Organização, o teflon pode entrar em contato com o organismo, e permanecer por longo tempo provocando danos ao fígado e à tireóide, e reduzindo a capacidade que temos de combate às infeçcões.

3. Bisfenol BPA

O bisfenol A é um produto químico popularmente encontrado em muitos utensílios, em particular sobre o revestimento de latas de alumínio e em muitos plásticos, e é uma das substâncias químicas de maior produção ao redor de todo o mundo. O BPA é prejudicial, porque ele é classificado como um estrogênio ambiental, que afeta o sistema endócrino.

Para exemplificar, pode ser encontrado em diversos plásticos presentes em itens como garrafas de água, selantes dentários, tubos de água, cds, latas de conserva, e até mamadeiras podem conter o bisfenol. Todos esses materiais, ao sofrerem a ação de processos físicos ou químicos, liberam bisfenol A em alimentos, em bebidas e no ambiente.

Ele pode ter vários efeitos negativos sobre os hormônios e o desenvolvimento. Sobre este último, fetos, bebês e crianças correm um risco maior, visto que estão em fase de crescimento e estágios críticos de desenvolvimento.

Plásticos e alimentos enlatados são tão prevalentes, que removê-los da sua cozinha pode parecer uma tarefa impossível. Felizmente, existem muitas mudanças que podem ser facilmente feitas para reduzir a quantidade de itens com BPA de seus armários e despensa.

Ao invés de comprar alimentos enlatados, procure optar por produtos secos, frescos ou congelados.

Sobre a pilha de recipientes de plástico e garrafas, é possível trocá-los por recipientes inoxidáveis ou de vidro. Mudar para uma garrafa de água de aço inoxidável, e substituir os recipientes de armazenamento de plástico com recipientes de vidro ou silicone. Esta mudança de plástico para o vidro é especialmente importante para o uso do microondas.

4. O acetaldeído

Este produto químico pode ser encontrado em recipientes feitos com PET (tereftalato de polietileno), e é classificado como um carcinógeno provável. Justamente por este risco, as razões para eliminar itens com acetaldeído são facilmente aparentes.

Descubra quem ganha a batalha entre a água da torneira (ou do filtro que não aquele de galão) e a água engarrafada?

Outra solução bem simples de reduzir sua exposição ao acetaldeído é diminuir o consumo de alimentos processados. Cortar refrigerantes, e tentar fazer vinagretes caseiros.

Ao invés de utilizar garrafas de plástico para sua água, prefira uma garrafa reutilizável em aço inoxidável. Isto não só beneficia a sua saúde, mas reduz a quantidade de resíduos de plástico!

Prefira os alimentos frescos sempre que possível, e procure armazená-los e servi-los em recipientes de vidro, não de plástico.

Com relação às bebidas alcoólicas, estas são convertidas em acetaldeído quando ingeridas. O fígado também produz acetaldeído quando metaboliza o álcool.

Uma dica valiosa é beber água imediatamente após tomar um gole de bebidas alcoólicas. Se o álcool for lavado da boca e da garganta logo após a ingestão, o acetaldeído e os resíduos de álcool que poderiam ser convertidos em acetaldeído são retirados da boca e da garganta, reduzindo os malefícios desta toxina.

5. Dioxinas

São 75 tipos diferentes de dioxinas existentes, sendo a mais tóxica conhecida como TCDD. Trata-se de um subproduto não intencional de diversos processos industriais.

As principais fontes desta toxina são os incineradores de lixo hospitalar e doméstico, e as queimadas desregradas. Processos industriais que se utilizem de cloro para produção de resina plástica PVC, agrotóxicos e fábricas de celulose que utilizam o cloro para clareamento da polpa para produzir papel branco.

Os humanos encontram maior exposição à dioxina através da alimentação. A carne, os laticínios e os peixes são os principais produtos alimentícios que podem ser contaminados com a toxina. Ao consumir a dioxina através do pasto que serve de alimento para os animais terrestres absorvem, estes animais que mais tarde tornar-se-ão alimentos são afetados, podendo assim expandir a toxina até as pessoas que se alimentarem de animais afetados.

A melhor forma de prevenção é por meio do controle de processos industriais para reduzir a presença de dioxina nos alimentos. A incineração adequada de material hospitalar e doméstico também é necessária.

A dioxina é amplamente considerada uma substância cancerígena, e tem sido conhecida por afetar negativamente o sistema endócrino, reprodutivo e imunológico, portanto cuidado nunca é demais.

Conclusão

A quantidade de produtos químicos perigosos encontrados em utensílios de cozinha e produtos de uso diário podem ser esmagadores e indutores de medo. É difícil acreditar quando algo que sempre foi visto como inofensivo acaba por ser tóxico ou de obter outra forma prejudicial.

Felizmente, quanto mais divulgados e amplamente conhecidos estes perigos se tornam, mais prontamente disponíveis estarão também as soluções.

Enquanto isso, é possível dar um salto na desintoxicação da cozinha investindo produtos seguros, de vidro, ferro, aço inoxidável, cerâmica, a fim de eliminar os riscos mencionados acima. Outros cuidados com os tipos de alimentos a serem cozinhados em panelas de alumínio também podem ajudar, e também a ingestão de água logo após consumo de alguma bebida alcoólica.

Conhecimento é algo que deve ser repassado. Compartilhe estas informações com os seus amigos e aqueles com quem você se importa.

3 Hormônios Relacionados Ao Peso

3 Hormônios Relacionados Ao Peso

Se você já fez dezenas de dietas e mesmo assim não perdeu peso, saiba que entender e controlar certos hormônios pode ser a sua salvação.

Os hormônios tem diversas funções em nossos corpos, como regular a atividade celular, e até agir diretamente em importantes funções orgânicas, podendo sua concentração diminuir ou aumentar a velocidade dessas reações.

Hormônios

Para ajudar no emagrecimento, controlar 3 hormônios que revelaremos a seguir é um passo importante para lhe manter saudável, com o organismo sempre ativo e com uma perda de gordura e peso eficazes. Abaixo listamos cada um deles e explicamos quais as suas funções em todo o processo de emagrecimento.

Hormônios

1. Grelina

Quando falamos de hormônios e alimentação, a Grelina é um dos mais importantes: nada mais é do que o responsável pela fome.

Produzido no estômago, esse hormônio fica em alta concentração em nossos corpos sempre quando estamos perto das refeições (ou seja, há mais de 3 horas sem comer). Os níveis de Grelina só diminuem depois que ingerimos algum alimento.

Sua importância é tanta que a Universidade do Texas decidiu estudar um pouco mais sobre ele e acabou por descobrir que quando estamos muito estressados, os níveis desse hormônio disparam, fazendo com que a fome fique maior.

Para manter seus níveis sempre estáveis, é preciso comer a cada 3 horas e ter em sua alimentação pelos menos 40% de carboidratos e 30% de gorduras monoinsaturadas e de proteína. Além disso, um outro estudo realizado em Loughborough, na Inglaterra, revelou ainda que os níveis de Grelina ficam baixos até duas horas depois da prática de atividade física, de pelo menos 60 minutos.

2. Leptina

Quando falamos de hormônios a leptina é um dos mais lembrados por esportistas e especialistas. Ele é secretado pelo nosso tecido adiposo, ou seja, pelas células de gordura, e por isso é um dos mais importantes hormônios do corpo humano.

Sua função é dizer ao cérebro como está o nosso estoque de gordura, por isso é um dos mais estudados e também um dos hormônios que recebe a culpa por fazer com que sempre recuperemos alguns dos quilos que perdemos.

A Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, estudou um grupo de pessoas e descobriu que as que estão acima do peso e em processo de emagrecimento tem os níveis de Leptina decrescente. O problema é que quanto menor for o nível de Leptina, mais as áreas do cérebro responsáveis pela chamada “atração visual” ficam ativas, e com isso, aumenta a vontade de comer alimentos gordurosos e cheios de açúcar.

O ideal é controlar a perda de peso, que não deve ultrapassar os 2 quilos mensais. Desse modo, você consegue controlar de forma mais eficaz a ação da Leptina, que manterá níveis saudáveis no seu organismo.

3. Insulina

A Insulina é um dos hormônios que mais recebe atenção quando o assunto é emagrecimento ou excesso de peso. Isso porque é ela a responsável por manter nossos níveis de glicose normais no sangue. Produzida no pâncreas, a insulina tem como principal função bloquear a quantidade de açúcar nas células.

Quando ingerimos uma grande quantidade de alimentos ricos em açúcar, a insulina tem como papel principal “pegar” o excesso e mandar essa substância para o fígado e músculos. Dessa maneira ela é transformada em glicogênio, uma importante fonte de energia utilizada quando nosso corpo está em atividade física.

O problema é que se ingerimos muito açúcar e não gastamos energia, a insulina acaba transformando esse excesso em gordura, que dificilmente será gasta quando precisamos nos movimentar. Por isso, na hora de emagrecer e perder medidas, a insulina é um importante aliado, já que quanto mais insulina você tiver no corpo, menos chances tem de perder peso.

Para controlar os níveis desse importante hormônio é preciso ingerir alimentos que tenham um Índice Glicêmico baixo, além de apostar em exercícios que queimem gordura, como o treino HIIT, clique e saiba quais são as melhores opções, e comece agora mesmo online, da sua casa.

Transtornos Alimentares E Como Tratar

Transtornos Alimentares E Como Tratar

Quando o assunto são os transtornos alimentares, é comum lembrar de algumas patologias como a bulimia e a anorexia, mas a verdade é há mais doenças que se encaixam nessa definição.

Entre as doenças mais conhecidas entre os transtornos alimentares está a obesidade, que atinge mais de 17,5% dos brasileiros, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Além dela, a desnutrição, bulimia, anorexia, ortorexia, e vigorexia também são transtornos alimentares sérios.

O que são transtornos alimentares?

transtornos-alimentares

As doenças que recebem o nome de transtorno alimentar são as que se caracterizam pelas perturbações relacionadas ao comportamento alimentar da pessoa. Com estes transtornos, o paciente poder começar a perder peso de forma extrema ou o contrário.

Boa parte das pessoas que passam por transtornos alimentares tem em comum a preocupação excessiva com o peso ou a falta de controle na hora de realizar a ingestão calórica, que pode ou não vir acompanhada de distorção do corpo e também da compulsão, seja pela comida ou pela atividade física.

Alguns especialistas afirmam que os transtornos alimentares estão diretamente associados a algum aspecto sócio-cultural, o que faz com que sua incidência seja maior ou menor em determinadas culturas.

Tipos de transtornos alimentares

Bulimia

Esse transtorno se caracteriza pela compulsão alimentar em um determinado período, que nada mais é do que a alta ingestão de uma quantidade excessiva de alimentos em pouco tempo, que acaba sempre com métodos que “compensem” essa ingestão para evitar assim o ganho de peso, como a indução ao vômito, uso de laxantes e diuréticos, ou o excesso de atividades físicas.

As pessoas bulímicas tendem a esconder os episódios de ingestão alimentar e também de “compensação inadequada” de amigos e familiares, o que pode acabar dificultando seu tratamento.

Anorexia

Na anorexia, o paciente se priva das refeições sempre em busca da perda de peso, já que tem distorção da própria imagem corporal, e acredita que o peso mínimo para sua idade e altura não é o ideal para ela, e se vê mais gorda do que realmente é ao espelho.

Os pacientes acometidos por esse transtorno cortam primeiro os alimentos mais calóricos, mas com o tempo, a restrição alimentar é ainda maior.

Vigorexia

Essa patologia não é classificada como transtorno alimentar por todos os médicos, e se caracteriza pela obsessão compulsiva para ganhar músculos. Para que isso aconteça, a pessoa realiza exercícios de forma indiscriminada e usa anabolizantes e suplementos de forma exagerada.

Ortorexia

Esse transtorno alimentar tem como principal característica a obsessão em comer de forma saudável. A pessoa passa a ter uma preocupação excessiva com a quantidade e qualidade dos alimentos que ingere.

Além disso, é comum que essas pessoas limitem e excluam alguns grupos alimentares de seu cardápio como os carboidratos, gorduras, entre outros.

Transtorno Alimentar Noturno

Como o próprio nome revela esse transtorno ocorre durante a madrugada, quando a pessoa ingere alimentos altamente calóricos.

É normal também que essas pessoas façam dieta durante o dia e não entendam porque não perdem peso, já que não se lembram de terem ingerido tantas calorias quando acordam.

Como tratar os transtornos alimentares

Como os transtornos alimentares são variados, é preciso que cada tratamento seja feito de acordo com o diagnóstico. No entanto, o objetivo de todos os tratamentos para essas patologias está em fazer com que o paciente retome o equilíbrio clínico, restabeleça seu peso normal de acordo com seu IMC e idade, e trate a raíz do problema.

Em alguns casos é preciso fazer a ingestão medicamentos, assim como a realização de um tratamento com uma equipe multiprofissional: psicólogo, endocrinologista, nutricionista e psiquiatra.

O acompanhamento psicoterápico é importante para todos esses transtornos alimentares, já que permite que o paciente entenda sua patologia e trate as relações sociais e familiares dessa pessoa, além de recuperarem sua autoestima e ajudarem a eliminar a distorção de sua própria imagem.

Qualidade De Vida Em 5 Passos

Qualidade De Vida Em 5 Passos

A qualidade de vida é um dos temas mais recorrentes da atualidade. Ela engloba uma vida regrada e repleta de escolhas saudáveis, que fazem com que a pessoa se sinta bem com a própria imagem e corpo.

No entanto, alguns especialistas afirmam que a qualidade de vida é, na verdade, o modo como cada um decide viver, independente de ser uma pessoa saudável ou sedentária, por exemplo.

Além disso, é preciso também levar em conta que uma vida saudável e regrada não é aquela que te priva de tudo o que você gosta, seja na hora de comer ou até mesmo de se exercitar. Por isso, listamos 5 dicas que farão com que você tenha uma qualidade de vida maior, sem abrir mão daquilo que lhe dá prazer.

Dicas Para Melhor Qualidade de Vida

Qualidade de vida

1 – Distribua as refeições

Quando falamos em qualidade de vida, saúde e alimentação, uma coisa logo nos vem a cabeça: o metabolismo. Parte importante do nosso corpo que mantém a queima de calorias e também a absorção correta dos nutrientes, o metabolismo, é também protagonista para quem quer emagrecer.

No entanto, para que ele não sofra nenhuma redução e apresente todos os benefícios para a nossa saúde, é preciso que as refeições sejam distribuídas em 6 ao longo do dia, o que faz com que a pessoa consuma algum alimento pelo menos de 3 em 3 horas.

Isso evitará que o seu corpo entre em reserva de energia e comece a acumular gordura de forma desnecessária para um possível estoque de energia.

2 – Beba muita água

Se existe algo capaz de limpar nosso organismo e reduzir a quantidade de toxinas e impurezas é a água. A ingestão constante de líquidos (em especial da água) permite que o metabolismo esteja sempre em movimento, permitindo que o intestino funcione de forma adequada e também que as células corporais façam o seu trabalho. Dessa forma você também deixa o corpo bem hidratado e evita problemas mais graves.

3 – Invista em alimentos integrais

Eles são ótimos substitutos dos carboidratos refinados e também promovem uma melhora no funcionamento do intestino e garatem maior saciedade. Isso acontece porque esses alimentos levam mais tempo para serem digeridos e fazem com que o índice glicêmico não suba tão depressa.

4 – Dia do lixo: Liberar uma vez na semana

Se engana quem pensa que qualidade de vida é sinônimo de privação. O termo é na verdade um modo como escolhemos levar nossa alimentação e bem estar e isso tem ligação direta com as escolhas que fazemos.

Comer um doce ou algo que um pouco mais calórico é um grande prazer para algumas pessoas, e isso pode acontecer sem atrapalhar a sua qualidade de vida. Para isso, escolha um dia da semana e consuma algo que você gosta, mas em pequena quantidade, nada de enfiar o pé na jaca, e depois retorne à sua dieta balanceada.

5 – Pratique atividade física

O importante é que o seu corpo aprenda a se movimentar. Isso porque o sedentarismo já é um dos grandes problemas da nossa sociedade e está diretamente ligado a doenças cardiovasculares, à obesidade, pressão alta, entre outros.

Mas lembre-se que praticar um esporte é algo que deve te dar prazer, já que assim as chances de que você acabe desistindo caiam consideravelmente. O primeiro passo é escolher uma atividade da qual você gosta. Pode ser uma caminhada nas ruas do bairro, uma corrida no parque mais próximo, uma aula de dança que você sempre sonhou em fazer, algumas horas por semana na piscina, uma aula de artes marciais ou até mesmo a musculação.

Encontre prazer em tudo o que você faz e aos poucos o seu corpo começará a responder de forma positiva, o que resultará na tão desejada qualidade de vida.

Anemia E Obesidade Tem Relação?

Anemia E Obesidade Tem Relação?

Saiba qual relação pode existir entre a anemia e a obesidade, quais suas causas, sintomas e tratamentos.

Anemia é o nome dado a uma deficiência no número de hemoglobinas presentes no organismo, ou na produção de hemácias. Ambas muito importantes também para nosso metabolismo.

A hemoglobina é um elemento presente no sangue, e tem como principal função transportar oxigênio do pulmão para o resto das células de nosso organismo. Já as hemácias são os glóbulos vermelhos, que tem em sua composição água, íons, glicose, enzimas e hemoglobinas.

A anemia pode ser adquirida, hereditária, crônica ou aguda, e seus tipos são classificados de acordo com o tamanho das hemácias, ou com o volume corpuscular médio.

Entenda os tipos de anemia

Relação entre anemia e obesidade

Anemia Aguda

A anemia aguda é aquela que acontece normalmente quando a pessoa passa por uma cirurgia e perde muito, sangue ou quando sofre algum tipo de acidente.

Ela é caracterizada por uma perda rápida e grande de sangue, que reduz o número de hemoglobinas, assim como a produção das hemácias no nosso sangue.

Anemia Crônica

Já a forma crônica da anemia é normalmente hereditária ou aparece por conta de uma doença base (como a anemia falciforme ou a talassemia), mas também pode ocorrer por deficiência nutricional ou de ferro, durante a gestação ou até mesmo por carência de vitamina B12 no organismo.

A anemia e a obesidade

Até pouco tempo nenhuma associação era feita entre a anemia e o excesso de peso. O que se sabia era que a obesidade era a causa de uma série de deficiências nutricionais, e que por isso poderia contribuir para o surgimento da anemia.

No entanto, uma revista da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição publicou um artigo que revela que a obesidade pode predispor um tipo de anemia, a ferropriva.

De acordo com o estudo, o aumento da atividade inflamatória que acontece no nosso tecido adiposo favorece a produção de hepcidina, um hormônio sintetizado no fígado e que desempenha uma função importante para esse nutriente, ao impedi-lo de ser absorvido pelo enterócito.

O problema é que quando a hepcidina está em altas concentrações no organismo, ele regula de forma negativa a saída de ferro, e acaba favorecendo a doença.

No entanto, a anemia na pessoa obesa também favorece para que o excesso de peso aumente, já que a capacidade aeróbica assim como a resistência de uma pessoa anêmica é menor por conta do esforço cardíaco e do desconforto que ele causa.

Sintomas de Anemia

Entre os sintomas mais comuns estão a queda de pressão e o cansaço constante, ocasionado pela redução do volume do sangue que circula em nosso corpo.

Mas para quem possui anemia crônica, é possível também que a pessoa tenha palidez cutânea e nas mucosas, além de sentir fraqueza, tontura, falta de memória, sono excessivo, respiração curta, dores musculares, e até mesmo taquicardia.

Tudo isso por conta da falta de oxigenação das células que fazem com que o coração trabalhe mais rápido para suprir todas as necessidade de nosso organismo. E é também por esse motivo que as pessoas que sofrem de anemia tendem a sentir os sintomas de forma mais intensa quando estão praticando alguma atividade física.

Tratamento da anemia

Para diagnosticar a doença é preciso que a avaliação clínica seja realizada, e a confirmação por meio de exames de sangue também seja feita. Depois disso o médico irá avaliar qual é o tipo de anemia do paciente, e realizar o tratamento de acordo.

Normalmente o tratamento é feito com medicamentos que aumentam a quantidade de ferro no organismo, sejam eles manipulados ou fármacos. Uma alimentação saudável também é indicada para auxiliar no tratamento, mas sozinha não consegue reverter o quadro de anemia que já se instalou.

Você Sofre De Sedentarismo?

Você Sofre De Sedentarismo?

O sedentarismo é um mal que já atinge mais de 45% dos brasileiros, como revelou uma pesquisa do Ministério do Esporte. E esses dados preocupam cada vez mais especialistas da saúde.

Um estudo da Universidade de Cambridge publicado na American Journal of Clinical Nutrition revelou que o sedentarismo é duas vezes mais mortal do que a obesidade, principalmente quando falamos de morte prematura.

Riscos do sedentarismo

Ao observar por 12 anos 334.161 pessoas, entre homens e mulheres, os pesquisadores mediram o peso e circunferência abdominal dos voluntários, assim como observaram as atividades físicas que eram praticadas por eles.

O estudo revelou que realizar apenas 20 minutos de atividade física por dia reduz as chances de se ter uma morte prematura em até 30%, um número muito alto para quem apenas migra da categoria sedentário para moderadamente inativo.

Os riscos do sedentarismo

Quando deixamos de praticar qualquer atividade física que resulte em gasto calórico, prejudicamos o pleno funcionamento de nosso organismo, principalmente nosso sistema cardiovascular.

Por esse motivo, as chances de uma pessoa sedentária desenvolver doenças associadas como obesidade, diabetes, pressão alta, doenças articulares, colesterol alto, infarto e derrames são maiores do que aqueles que realizam uma atividade física, ainda que demorada.

Além disso, o sedentarismo é o principal fator de risco quando falamos de morte súbita e é o responsável por agravar doenças mais graves.

Os números do sedentarismo no Brasil são maiores do que os de países desenvolvidos, como França (22%), Canadá (33,9%) e Inglaterra (17%). Já os Estados Unidos, que possuem grande número de obesos, contam também com mais de 40% da população que se encaixa no perfil do sedentarismo. Se analisarmos a população mundial, os números são ainda mais preocupantes: 70% das pessoas em todo o globo praticam menos atividades físicas do que deveriam.

Menos energia, mais preguiça

Um dos problemas decorrentes do sedentarismo são as baixas concentrações de serotonina no organismo, um neurotransmissor importante para a atividade dos músculos, para o humor e também para a energia.

Ele é o responsável pelo estado de vigília desempenhado pelo nosso cérebro, o que nos deixa mais atento e alertas, mas que também é importante para regular a primeira fase do sono. Quando a serotonina é inadequada no nosso organismo, ficamos também mais propensos a chorar e à irritação.

Pessoas que apresentam baixos níveis do hormônio no corpo também tem mais propensão a consumirem doces e alimentos altamente calóricos, assim como se sentem menos saciadas, comendo com mais frequência do que o necessário.

Como saber se você é sedentário?

Para não ser considerado sedentário, é preciso que se gaste pelo menos 2.200 calorias por semana. Se você gasta menos do que isso, é preciso ter atenção e aumentar os gastos calóricos, diminuindo assim as chances de ficar doente e ganhar peso de forma excessiva.

Para isso, é preciso que você escolha uma atividade física que lhe dê prazer, já que seu corpo demora pelo menos um mês para se acostumar com a rotina de exercícios e consiga assim colher todos os benefícios da atividade, como resistência física, perda de peso e aumento do ganho de massa magra.

No entanto, é preciso também que haja a inserção dessas atividades aos poucos em sua rotina, já que o excesso pode causar lesões e atrapalhar todo o processo de adaptação à nova rotina.

Você pode também fazer pequenas mudanças que lhe ajudem a sair do sedentarismo, e começar uma nova rotina, inserindo pequenos exercícios básicos e que fazem parte do dia a dia com maior frequência, como:

  • Usar escadas ao invés de elevadores;
  • Descer alguns pontos antes do seu destino e fazer o restante do trajeto caminhando;
  • Estacionar o carro em um local mais longe do que o habitual;
  • Começar a fazer pequenas caminhas pelo menos 3 vezes na semana.
Insuficiência cardíaca: Prevenção e Tratamentos

Insuficiência cardíaca: Prevenção e Tratamentos

A insuficiência cardíaca é uma doença na qual a capacidade do coração de comportar todas as necessidades do organismo fica comprometida. Isso faz com que o bombeamento do sangue seja afetado e a pessoa sinta cansaço frequente.

De acordo com a OMS, a insuficiência cardíaca deve ser tratada como um problema de saúde pública. Só no Brasil, o Sistema Único de Saúde revelou que essa enfermidade já internou 300 mil pessoas em apenas um ano, a principal causa das internações do SUS.

Nos Estados Unidos o número é duas vezes maior: são mais de 600 mil casos por ano, e os gastos com essa enfermidade já ultrapassa os 40 bilhões de dólares.

Quem sofre com a doença

Como prevenir insuficiência cardíacaEssa doença atinge de forma mais frequente os idosos com mais de 65 anos, mas pode ser encontrada em pessoas de todas as idades. A insuficiência cardíaca está associada a outras doenças como:

  • Doenças automimunes,
  • Hipertensão,
  • Disfunções cardíacas como o infarto,
  • Doenças metabólicas e infecciosas.

E essas enfermidades são muito comuns em pessoas que estão acima do peso.

Nos pacientes mais jovens, a insuficiência cardíaca costuma aparecer logo depois de um quadro viral, já que os ventrículos do coração se dilatam, fazendo com que o problema evolua de forma mais rápida.

Fatores de risco da insuficiência cardíaca

Pessoas com obesidade, anemia, que fazem uso abusivo de bebidas alcoólicas ou drogas, que sofram de diabetes ou fatores congênitos são os que tem maiores chances de sofrer com a insuficiência cardíaca, assim como pessoas que possuem doença arterial coronariana, reumáticas ou miocardiopatias.

Quem sofre com a insuficiência cardíaca sente um forte cansaço, principalmente depois de algum esforço, além de inchaços nas pernas, palpitações, dilatação do coração, aumento do volume do abdômen, palidez e costumam suar frio, além de sentir muita dificuldade em dormir, já que sofre com falta de ar, e é preciso deixar a cabeça mais alta para ter conforto e descansar.

Para se obter o diagnóstico é preciso realizar exames de sangue e também exames de imagem, como Doppler, cintilografia, ecocardiograma, além de uma avaliação clínica de um cardiologista.

Tratamentos para a insuficiência cardíaca

O paciente diagnosticado com insuficiência cardíaca recebe medicamentos conhecidos como betabloqueadores, que vão reduzir a descarga de adrenalina no coração do paciente, diminuindo a frequência com a qual o órgão realiza suas contrações.

Pessoas com outras doenças cardíacas associadas podem ter que se submeter a algum procedimento cirúrgico como a substituição de válvulas, correção de válvulas e revascularização.

Já o marca-passo biventricular também pode ser usados no tratamento. Ele foi desenvolvido há pouco tempo para otimizar o modo como o coração funciona, como por exemplo no relaxamento dos ventrículos.

Outro avanço tecnológico são os chamados ventrículos artificiais, que ajudam na assistência circulatória de pessoas que sofram de insuficiência cardíaca mais grave.

Há também quem precise de um transplante cardíaco, indicado já nos estágios avançados da doença.

Como prevenir a insuficiência cardíaca

Por ser uma doença grave e que pode levar à morte, é preciso que as pessoas aprendam a prevenir a enfermidade. Para isso, tenha uma alimentação equilibrada e pobre em sal e gorduras.

Realizar uma atividade física de forma regular também é um dos meios para prevenir a insuficiência cardíaca, assim como controlar o peso, o colesterol e a pressão arterial.

Se você tem casos de doenças cardíacas na família, o ideal é consultar um médico especialista e realizar um check up com frequência. Essa é uma maneira que você tem de evitar que a doença apareça já na forma mais grave e acometa sua saúde de forma mais agressiva.

Pessoas que estão acima do peso devem procurar um médico antes de iniciar uma atividade física, e manter um acompanhamento nutricional para reduzir o peso, e assim os riscos de sofrer com esta doença do coração.

Como Tratar Gastrite Da Forma Certa

Como Tratar Gastrite Da Forma Certa

Saiba como tratar gastrite, doença que pode ser ocasionada de diversas formas.

De acordo com estudiosos da USP, a Gastrite é um mal que já atinge mais de 60% da população brasileira. Trata-se de uma inflamação crônica ou aguda que acontece no muco que reveste toda a parede interna do estômago. O problema é que essa inflamação não tem apenas uma causa e, por isso, é preciso muita atenção na hora de diagnosticar o problema.

A principal causa da gastrite está relacionada a uma bactéria que recebe o nome de Helicobacter pylori, conhecida também como H. pylori. Ela é resistente ao ambiente ácido do estômago, e é presente em muitos casos da doença, mesmo ainda não estando completamente associada à gastrite.

Tratar gastrite

Além disso, as causas podem ser as mais variadas, e normalmente estão ligadas ao tipo de gastrite que o paciente apresenta.

Ou seja: os pacientes com gastrite crônica tem o estresse, o consumo de café e também o tabagismo com as principais causas da enfermidade.

Já quem tem gastrite aguda, é normalmente acometido pela doença devido ao uso excessivo de medicamentos como os anti-inflamatórios, assim como o ácido acetilsalicílico, além do consumo em exagerado de bebidas alcoólicas. Mas há também os pacientes que possuem a gastrite autoimune, na qual o corpo produz anticorpos que agridem o próprio organismo.

A gastrite também pode ser causada por dietas restritivas, que reduzem demais o consumo de certos alimentos. Dessa forma, o estômago passa uma boa parte do dia vazio, mas a produção do suco gástrico não cessa. Como não há alimento no qual o suco gástrico possa trabalhar, ele acaba ficando em excesso na parede do estômago, que passa a sofrer um processo de inflamação mais agudo, e que pode causar dor e outros sintomas desagradáveis da gastrite.

Tratamento Da Gastrite

Com uma ampla gama de possibilidades no diagnóstico, o modo de como tratar gastrite deve ser avaliado pelo médico após alguns exames necessários, sendo o principal deles a endoscopia.

Como Tratar Gastrite Com Presença De H. pylori

Por isso devemos associar o modo de como tratar a gastrite de acordo com a sua causa. Por exemplo, pacientes que possuem a bactéria, devem primeiro fazer um tratamento que acabe com a H.pylori, para só depois ter a certeza de como tratar gastrite de forma eficiente.

Para isso, uma medicação oral é ministrada pelo médico, e o paciente deve evitar o consumo de bebidas alcoólicas e de medicamentos como os anti-inflamatórios e o ácido acetilsalicílico.

Como Tratar Gastrite Crônica

Já o tratamento para a gastrite crônica e aguda se difere apenas se o paciente não possuir a bactéria. Isso porque nesses casos o tratamento é mais rápido e eficiente, e o médico também acaba ministrado medicamentos orais, assim como alguns cuidados na alimentação.

Tratar Gastrite Com A Alimentação Certa

As pessoas que sofrem com a doença, seja ela crônica ou aguda, devem ficar também atentos à sua alimentação. É preciso ter em mente que existem alguns alimentos tidos pelos especialistas como boas alternativas na hora de descobrir como tratar gastrite.

Entre eles estão a gelatina, uma importante fonte de proteínas, carboidratos e também de gordura, sendo que esses dois últimos nutrientes são absorvidos pelo estômago, e dessa maneira ajudam a combater a inflamação da mucosa que reveste as paredes internas do órgão. Já a batata também é benéfica para o nosso estômago, porque possui propriedades que ajudam a parar o processo inflamatório.

Além disso, os alimentos podem ainda ajudar a recuperar o estômago quando o processo inflamatório já foi tratado, como acontece com o ovo, que é uma importante fonte de zinco e que ajuda na reparação da mucosa.

Para tratar a queimação, o pão integral é um grande aliado para os pacientes, já que é o responsável por controlar os níveis de ácido clorídrico, responsável pela sensação de queimação.

Medicamentos Para Tratar A Gastrite

Como vimos, é importante frisar que não existe apenas um modo possível para informar como tratar gastrite. Por isso, cabe ao médico avaliar as condições de cada paciente antes de medicá-lo.

Normalmente o tratamento é feito com um antibiótico e um medicamento específico para o estômago, mas há também pessoas que precisam utilizar antiácidos, IBP (inibidores de bomba de prótons) e antagonistas H2.