Cortar o açúcar e adicionar o adoçante é a primeira coisa que nos vem a cabeça quando começamos uma dieta.

Vilão de dez entre dez programas alimentares de perda de peso, o açúcar engorda, causa celulite, e pode ainda ser um perigoso para a saúde de nosso corpo. Mas então o que fazer quando pensamos que é hora de deixar de lado o tão consumido açúcar?

A maioria vai dizer que é preciso usar o adoçante. Ele é menos calórico e causa menos danos à saúde.

Estudos Sobre O Adoçante

Açúcar ou adoçante?

Vamos citar brevemente alguns estudos sobre o famoso substituto do açúcar para quem está emagrecendo:

  • Uma pesquisa publicada no fim de 2008, nos Estados Unidos, acabou caindo como uma bomba no mundo das dietas, afirmando que o uso de sacarina pode ajudar a ganhar peso.
  • Uma outra pesquisa mais antiga, de 2005 e conduzida pela Fundação Européia Ramazzini, associou o uso do adoçante ao crescente número de linfomas em camundongos, o que atestaria que a substância pode causar câncer.

Foi então que muita gente passou a questionar a eficiência dos produtos e tentar descobrir se o adoçante era amigo ou inimigo de quem está de dieta.

Controle Também A Ingestão

Por mais que ele seja menos calórico, e possa ajudar a diminuir os números da balança, o adoçante não pode ser visto como uma substância totalmente liberada. E essa é uma das maiores confusões a respeito dele.

De acordo com a Food and Drug Administration, que nada mais é do que o órgão que regulamenta a alimentação e remédios dos moradores dos Estados Unidos, a dose recomendada diária não pode passar de 10 gotinhas ou 6 pacotinhos dos adoçantes em pó.

Para os cientistas o problema está no uso desenfreado da substância, que vem sendo tomada como se não houvesse limite de consumo. Mas a verdade é que assim como qualquer outro alimento, o adoçante pode sim fazer mal ao organismo, provocando inflamação e até prejudicando a dieta.

Outras Curiosidades

O Instituto de Ciência Weitzmann afirmou que a sacarina, ou até mesmo a sucralose, podem aumentar a possibilidade de desenvolver diabetes do tipo 2.

Isso porque o alimento vai diretamente para nossos intestinos, e lá pode atrapalhar o trabalho de algumas bactérias.

No entanto, os estudos ainda são preliminares, e os endocrinologistas afirmam que não há nenhum mal em continuarmos usando os adoçantes de forma moderada.

O produto é muito consumido por pessoas que sofrem de diabetes, já que elas precisam controlar a ingestão de glicose, para manter seu nível no sangue o mais saudável possível. Por isso, é preciso ter calma e perceber que os adoçantes estão no mercado há anos e o debate sobre ele só começou a acontecer agora.

Além disso, a quantidade de adoçantes é grande em todo o mercado alimentício, e passa por sucralose, stevia, acessulfame-K, aspartame, ciclamato e sacarina. Basta que você saiba, junto a seu nutricionista, qual é o mais indicado para você ou se é preciso migrar para outras fontes de açúcar, como o mascavo e o açúcar de coco.

Os especialistas ainda concordam que os estudos divulgados recentemente mostram um dado importante. É preciso termos consciência na hora de nos alimentarmos, ninguém precisa viver ou vai viver bem se consumir altas doses de açúcar, adoçante, carboidratos ou até mesmo de proteína.

A Chave

A chave está no consumo consciente e no equilíbrio que devemos ter com a comida.

Por isso, a fama de vilão do adoçante ainda está longe de ser confirmada, já que ele é um importante alimento para quem quer fazer as pazes com a balança ou sofre com a falta de insulina no corpo, precisando assim cortar a glicose de sua dieta.

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